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A casa da sogra - Conhecendo a família dele (a).

By : Janaína Pupo

Olá meu povo querido!

Como passaram de Páscoa? Comeram muito chocolate? Curtiram o feriadão em família?
Aproveitando, vamos falar sobre família?

Eis que você conhece uma pessoa super bacana, o namoro engata, está ficando cada vez mais sério e chega a hora de conhecer o resto do pacote, a família dele (a).
Dá sim um puta frio na barriga, bate insegurança, você fica se questionando como agir, será que vão gostar de mim, será que vão falar das (dos) ex’s dele (a), será que vão fazer comparações, será que vão reparar nas minhas roupas, será, será, será?

Antes de dar qualquer dica, vou dividir com vocês, dois depoimentos que recebi de leitores.

Miranda passou um constrangimento tão grande, que hoje tem trauma quando o assunto é conhecer a família alheia:

“O namoro estava uma maravilha até ele anunciar que a sua família queria me conhecer. Entrei em parafusos, queria que tudo saísse perfeito e durante aquela semana, cismei que queria perder uns quilinhos e resolvi só comer sopa, verduras, legumes e frutas para no sábado, estar mais esbelta. Eu queria além de legal, mostrar o quanto sou linda. Só que me ferrei. Na manhã de sábado, senti minha barriga estranha, cólicas. Permaneci em jejum, estava determinada a só comer no almoço, junto da família do meu amor. Quando chegamos fui muito bem recebida e todos me olharam dos pés a cabeça, eu estava chiquérrima. Serviram o almoço e quando eu comecei a comer, tive uma tremenda dor de barriga. Pedi licença e fui ao toalette e depois de me aliviar, vi que não tinha papel higiênico. O pânico tomou conta. Tive que me limpar com a minha calcinha e quando voltei a mesa, passaram-se 5 minutos e a dor de barriga veio de novo e desta vez, tive que cochichar no ouvido no meu namo que eu precisava de papel higiênico. Conclusão, foi horrível este dia, todos perceberam, óbvio, que eu não saia do banheiro. Hoje, quando engato algum namoro, entro em desespero quando ele diz que quer que eu conheça a família. Estou saindo com um cara e não sei como reagir quando ele fizer este convite. O que eu faço?”

Outro leitor também pede ajuda:

“Oi Jana, meu nome é Cláudio, tenho 57 anos e estou namorando uma mulher de 34. Amamos-nos muito e a família dela quer me conhecer. Só que estou inseguro, com medo de dar alguma bola fora, porque além da nossa diferença de idade, tem outro agravante, eu sou casado. Ela sabe, mas os pais dela nem desconfiam, apenas estão informados sobre eu ser mais velho. Será que devo conhecê-los?”


Miranda, patacaparéu, literalmente o encontro com a família do teu ex-bofe foi uma merda, heim? Mas também mulher, passar a semana só tomando sopa, comendo mato, mamão, pêra, salada mista, teu intestino quis se vingar, ráh!

Se limpar com a calcinha? Que tenso. Ainda bem que você usa calcinha, minha querida. Se fosse eu, estaria ferrada, porque sempre que posso (se a roupa permitir) eu deixo a calcinha em casa, se bem que, acho que eu lavaria o traseiro na pia, no lavabo, no chuveiro, sei lá, mas não faria minha calcinha passar por tal situação.
E o que você fez com a calcinha cagada? Tá, melhor deixar pra lá...

Só faltou você voltar para a sala de jantar, olhar para todos e interpretar a Rita Lee, cantando: Tudo vira bosta!

Miranda, agora falando sério, foi mesmo bem chato o que te aconteceu, mas não quer dizer que toda vez que você for conhecer a família de um pretendente, você terá crises de dor de barriga, minha amiga! Só o que falta, ter “síndrome do cu frouxo” quando chegar a hora de você conhecer os sogrinhos.

Você estava nervosa, ansiosa, que é normal e para ajudar fez uma dieta radical, por isto deu no que deu.
Acho que você deve enterrar esse “encontro negro”, faz parte do passado e quando chegar a hora de conhecer a família do namorado atual, vai tranqüila e nada de querer enfeitar demais o pavão.

Cláudio, vamos lá. Tua situação é delicada, não por você ser mais velho e sim por ser casado. Se tua namorada quer que esse encontro aconteça mesmo assim, comece a praticar a arte de atuar (ambos).

Se o pai dela for à moda antiga, é provável que ele faça aquela famosa pergunta: “Afinal, o que você pretende com a minha filha?”.

E aí, você tem que ter a resposta na ponta da língua, o melhor é combinar antes com sua “namorante” e dar uma resposta do tipo: “Eu quero casar, mas a tua filha não quer!”

Isso mesmo, jogue o rojão nas mãos dela, porque você não tem muita saída. Ou vai dizer para o pai da moçoila: “Sou louco por sua filha, a amo demais, mas já sou casado, não posso oferecer nada a ela”.

Já pensou a cara dos pais dela? Não rola, né?

E se prepare também para outras perguntas, como: “Já foi casado? Tem filhos? Trabalha com o que?”
Você pode dizer que “já foi casado”, que é divorciado, viúvo, o que preferir. E pode também dizer que tem filhos (se tiver, dãããr). Sua namorada terá que passar por “mulher moderna”, que quer um amor, mas não quer casamento, nem filhos, blá blá blá.
Esse encontro pode ser perigoso, por isto, combine tudo muito bem com sua amada amante antes de fazê-lo acontecer.

Acredito que é normal qualquer um ficar nervoso quando chega o dia D, afinal, quando namoramos, de um jeito ou de outro temos que passar por isto, pois o pacote (família) está incluso.
O negócio é manter a calma e ter noção, né meu povo?

Não precisa ir vestido como se fosse a festa do Oscar, nada de roupa de gala, mas também não vá esculhambada (o).

Homens, esqueçam o bermudão mostrando a cueca, boné e havaianas (você não faz parte dos comerciais de chinelo, nem famoso você é).

Mulheres, podem sim colocar um decote discreto, eu disse DISCRETO e não colocar um vestido que além de ter um decote que quase mostre o umbigo, parece um cinto de tão curto. O sogro pode até gostar, mas a sogra vai detestar, achar que o seu filhinho está saindo com uma cachorra do funk.
Nessa ocasião, a aparência conta e muito.

Pode sim sentar ao ladinho do (da) namorado (da), mas o limite é dar as mãos.
Nada de ficar trocando beijos apaixonados, babentos e cheios de línguas. Você está ali para conhecer a família e não para uma orgia. Normalmente os pais ficam constrangidos com essas cenas. Quando vocês estiverem sozinhos, tiverem uma brecha, aí sim os beijos estão liberados.

Durante a conversa, não fique olhando para o chão ou para os arredores da casa, com cara de paisagem, senão dá a impressão que você está de pouco caso. Olhe nos olhos dos sogrinhos, isto passa segurança.

Se começarem com um assunto que você não entende, fica de boca fechada, apenas escute. Não queira bancar o sabe tudo, ninguém sabe de tudo.

Evite falar palavrões e gírias. De repente no meio da conversa você solta um “porra” e aí vai ficar aquele climão e você "estará numa cilada, Bino”.

Se teu sogro te oferecer alguma bebida, você pode até aceitar, mas se você for sem noção, daquelas pessoas que perdem o juízo quando coloca uma gota de álcool na boca, negue. Invente qualquer desculpa, diz que não bebe ou que prefere deixar para outro dia. Não vá me dar desculpas dizendo que está tomando remédio, senão você vai se passar por doente.

Quando começarem a fazer o interrogatório sobre a tua vida, aí você respira fundo, mantenha a calma (em dobro), pois essa é a parte mais chata e delicada. Não queira se aparecer, contar vantagens, dizer que você é a (o) melhor na tua área profissional, que ganha muitíssimo bem, que é a (o) toda (o) poderosa (o). Entenda, os pais são os super poderosos, ok?

Haja naturalmente e não tente ser o que não é! Se você é o Pateta, não queira se passar pelo o Mickey, não vai dar certo. Fale sobre as suas ambições, demonstre o quanto gosta e está interessada (o) no (na) filhinho (a) deles, mas sem exageros.

Nada de falar do passado, dos seus relacionamentos anteriores. Se puxarem esse assunto, faça de tudo para mudar o rumo da prosa.

Se a família tiver animal de estimação e o bichano for daqueles que ficam enroscando nas suas pernas, pedindo atenção, faça um carinho no peludinho. Nada de ficar “xispando” o animalzinho.
Eu sou louca por animais e se alguém vier na minha casa e olhar feio pra eles, convido a pessoa a se retirar e não voltar nunca mais. Eles fazem parte da família.
De repente, se seus sogros forem doidos como eu, podem botar você pra correr.

Se na hora se servir a comida você não gostar, sinto muito, de um jeito de comer, faça um esforço e elogie. Mas não vai dizer : “O rango está bom”. Simplesmente diga que está uma delícia.
Se estiver mesmo bom, siga o ritmo da família. Se eles comerem muito, não quer dizer que você tem que comer muito também, pra depois ficar jiboiando, mas se eles comerem pouco e você for gulosa (o), não vai dar uma de Pacman e ser a (o) última (o) a parar de mastigar. Continue com fome e se for o caso, passe num delivery e se entupa de comer quando for embora.

Um sorrisinho no rosto cai bem. Cara de bunda não agrada ninguém e o clima tende a ficar pesado.

Ainda que, por algum motivo, você se sinta ofendida (o) com algo que eles disserem, se achar que estão dando umas cutucadas, mentalize uma luz branca, teste seu “chakras”, enfim, seja paciente e pense que aquele “ritual familiar” logo chegará ao fim. Arrumar confusão num primeiro encontro, pode ser chave de cadeia para o teu namoro.

Na hora de se despedir, seja também agradável. Repita que a comida estava uma delícia (mesmo que você esteja com náusea por detestar o que foi servido) e que adorou conhecê-los. Não precisa puxar muito o saco não, um sorrisinho no rosto e simpatia já está de bom grado.

Uffa, agora pode respirar aliviada (o) e é só torcer para que gostem de você, né não? Se bem que, se não gostarem, fazer o que?

Se você não quer vivenciar nada disto, namore um (uma) órfão (órfã) de pai e mãe!

*
Beijos e boa semana, gente!
Jana Pupo.

Dicas, dúvidas, críticas e sugestões escreva para:
jana.pupo@yahoo.com.br


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Fetiche e Fantasia.

By : Janaína Pupo

Olá meu povo querido!


Percebo que muita gente tem uma dúvida em comum, pois já recebi vários e-mails com a mesma pergunta, então bora falar sobre o assunto e tentar esclarecer um pouquinho. Não sou expert no tema, mas vou dar meu pitaco mesmo assim, ok?

Afinal, qual a diferença de fetiche e fantasia sexual?

Fetiche é quando a pessoa sente atração sexual SOMENTE por determinadas partes do corpicho ou por objetos, roupas, sapatos e também situações. É uma espécie de obsessão por algo, uma situação, pessoa ou parte da pessoa. A atração (o feitiço) é tanto que o prazer é incontrolável.

Existem homens (por sinal conheço muitos) que têm verdadeira adoração por pés femininos (podolatria).

É atração pelos pés e não por criancinhas (pedofilia).

Se você marcar um encontro com um “podo”, capriche sim no visual, mas certamente ele vai ficar louco se você estiver calçando um belo sapato ou uma sandália bem sexy que de preferência, deixe bem seus pés a mostra. O moçoilo sentirá um tesão danado!

Strap-on: Tem mulher que molha a calcinha, fica alucinada e só se satisfaz com a tal “inversão de papéis”, ou seja, ela que “come” o homem.

Existem vários fetiches. Podem ser por cabelos, mãos, pés, pernas, nádegas, seios, axilas (sim, tem quem goste), roupas, lingeries, sapatos, jóias e acessórios (não estou falando de moda).

E existem os fetiches por situações, exemplo: transar em lugares públicos, lugares arriscados, como elevadores, carros, banheiro de avião, açougue (açougue?), etc...

Tem fetichista que não precisa da presença da pessoa para alcançar o prazer sexual. Ele goza (tem orgasmo) se masturbando com o objeto que lhe dá prazer (sapatos, lingerie, determinadas roupas).

Um leitor me enviou um e-mail dizendo o seguinte:

“Eu só consigo me excitar se a minha parceira estiver sem tomar banho, preciso sentir o cheiro natural de sua vulva e de seus pés. Um chulézinho me deixa louco, tenho que me segurar para não ejacular antes da hora. Calcinha usada é minha tentação, só de sentir o cheiro eu piro, sou capaz de ejacular gostoso só cheirando uma calcinha. Se a mulher se perfumar toda, eu broxo.”

Ah meu querido, respeito o teu gosto, aliás, respeito todas as preferências, mas a palavra “vulva” é defodê, hein?

E eu jamais faria um homem como você feliz e satisfeito, pois adoro estar sempre muito perfumada. Esse negócio de ficar sem banho, cultivando cheiro de xoxota e de chulé não é comigo, não! Mas tem gosto pra tudo, afinal, o que seria do amarelo se todos gostassem do azul?

A meu ver, todos nós somos fetichistas em algum grau (mínimo dos mínimos, normal, médio, máximo, "hard" ou "expert").

“ -Eu não tenho, Jana!”

Ah não?

Te excita (eu disse excitar e não achar bonito ou só gostoso) ver um homem vestindo um uniforme, tipo, um bombeiro “gostosão”, um policial forte e grande, um salva-vidas sarado (só de sunga e regatinha é sacanagem)?

Quando você vê uma mulher de salto alto ou cinta-liga, meia arrastão, roupa de vinil, teus pêlos “arrupiam”?

Pois bem, meu bem...

E fantasia sexual?

A fantasia sexual são imaginações ligadas ao sexo que trazem estímulos e dão ainda mais prazer. É despertar um desejo, extravasar, imaginar que está vivendo tal situação.
A imaginação substitui a experiência real.

Nem sempre a pessoa tem “a sorte” de fantasiar com o seu par. De repente o casal está lá num rala e rola bem gostoso e um deles abre a boca, pedindo pra fantasiarem sobre isto ou aquilo e pronto, tá feito o inferno, quem recebe o convite (para fantasiar) acaba levando as coisas para o outro lado, acha que não dá prazer suficiente para o ser “amado”. Ahhh, para com isso!

Suzana também desabafou:

“Eu morro de vontade de fantasiar com o meu noivo, pedir para ele me tratar feito uma prostituta, me chamar de nomes feios e até mesmo simular que está me estuprando, mas não tenho coragem. Uma vez perguntei qual era a fantasia dele e ele disse que era transar com duas mulheres. Um dia enquanto fazíamos amor eu comecei a fantasiar, pedir para ele imaginar eu e outra mulher dando prazer a ele. Nossa, ele ficou muito nervoso, falou que aquilo era coisa de mulher vadia e que ele estava preste a se casar com uma mulher decente. Depois disto me calei e nossas transas são sempre a mesma coisa e eu nunca fico completamente satisfeita. O que eu faço, Jana?”

Olha Suzana, você deve conversar com ele e expor suas vontades, afinal, você não está querendo transar com o teu vizinho gostosão, nem lhe dar um belo chapéu com chifres cravados, está apenas querendo fantasiar, ouvir uns bons palavrões no "pé do ouvido" e isto não arranca pedaço de ninguém, ao contrário, vai tornar o sexo entre vocês prazeroso (pois pelo o jeito que você escreveu parece que já está no feijão com arroz sem tempero e vocês nem casaram ainda, hein?).

Homens do meu coração, as mulheres (assim como vocês) também têm fantasias sexuais e isto não significa que os seus “bilaus” não sejam tudo de bom, ok?

Acredito que a maior fantasia sexual do homem seja transar com duas mulheres (ménage), ou com várias mulheres (poderoso). Tem homem que fantasia ver outro homem transando com sua garota (esse não é egoísta, ráh! *brincadeirinha).
Fora o ménage, as fantasias mais comuns dos “machos” são: sexo proibido (papar a esposa do chefe, do vizinho, a cunhada etc), participar de uma orgia (bacanalzão mesmo), transar com uma desconhecida, transar no trabalho (com a colega gostosa), transar com mulheres mais novas ou mais velhas, receber um “boquete” (sexo oral) caprichado enquanto dirige ou ser acordado desta forma.
Sinto que esqueci algumas... quais garotos?

Já com mulheres, as fantasias mais comuns são: transar com dois homens, ser seduzida por um estranho, ser tratada como “Surfistinha” (garota de programa), transar em lugar público, fazer sexo forçada, tipo, ser pega de jeito, na “xinxa” (veja bem, não significa que a mulher sonha em ser estuprada), transar com outra mulher, se exibir para outras pessoas enquanto ela transa, assistir outros casais transando.

As fantasias citadas acima foram de homens e mulheres que eu conheço (e leitores também), não quer dizer que todos tenham as mesmas, ok?

Eu sou super a favor das fantasias sexuais, pois além de aumentar o tesão, é uma forma de não ter a vida sexual rotineira, fica mais excitante, divertida, dá para apimentar e muito, evitando que o sexo vire um “pão nosso (sem sabor) de cada dia”, aquele sexo feito de qualquer jeito, só pra dar uma gozadinha, virar e dormir.
Infelizmente tem casal (muitos) que transforma o sexo num ritual (sem graça), a transa é morna, quase fria e já sabem até como vai ser o começo, o meio e o fim (da trepada). Lamentável!

Se você tem fetiche, tem mais é que arranjar alguém que tope realizá-los, se teu fetiche não necessita de uma pessoa, bora abusar do seu "objeto amigo".

Se tem fantasias, imagine, monte a cena na sua cabeça, divida isto com o (a) parceiro (a) e fantasie gostoso. Se de repente tiver como colocar tua fantasia em prática, na realidade, aproveite! O importante é ser feliz e "liberar" as nossas vontades, né não?

Acho que é isso, minha gente. Deixa eu parar por aqui porque já estou muito “empolgadinha” =P

E você antes de ir colocar as “coisas” em prática, diz pra mim:
Você tem algum fetiche? E fantasias sexuais? Conta aqui no meu ouvido, vai?!

Beijos e boa semana, pessoal!
Jana Pupo.

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A pior gafe de todas.

By : Janaína Pupo

Olá meu povo querido!

Vem cá, você já deu alguma gafe com seu (sua) peguete (namorado, noivo, P.A, marido, amante)?

Atire a primeira pedra quem nunca cometeu gafe, né não?

Mas e “super gafe”, daquelas de dar vontade de enfiar a cabeça no furico de tanta vergonha que você sente?
Ahhh, aí sim dá vontade de começar a falar em mandarim e fingir que tem dupla personalidade, que aquele ser sem noção não é você!

Algumas gafes são terríveis, como por exemplo, esquecer o aniversário dele (a):
Neste caso só é considerado gafe se a pessoa ocupar o cargo de namorado (a) pra cima (noivo, marido ou amante). Eu já passei raiva com isto. Era o grande dia (pra mim, claro), eu estava toda feliz, crente que meu bofe (ex) seria o primeiro a me ligar desejando um feliz aniversário e a noite ele chegaria com algum presente. Ok... as horas passando, o telefone tocando, mãe, pai, irmãos, tios, tias, primos, amigos, cachorro, gato, galinha e até o gerente do banco ligando e cadê o traste do namorado? Necas!

“Respira, Janaína, mentalize uma luz branca, ele deve estar preparando “A SURPRESA” pra você!”

Ahãn... ele ligou e só perguntou se estava tudo bem. Achei que era uma daquelas pegadinhas, sabe? Tipo, ele tá preparando uma festinha íntima surpresa para mais a noite. Às 21:00h ele chega na minha casa, com as mãos abanando e ao me ver toda arrumada, perfumada, purpurinada, vira e pergunta: “- Onde você vai?”
Quase dei ovada nele e é óbvio que demorou muito tempo para desculpá-lo, cada discussão que tínhamos, mesmo depois de meses, mesmo não tendo nada a ver o cu com as calças, eu terminava a briguinha dizendo: “E fica quieto que você não tem razão, você esqueceu o meu aniversário!”

Ahhh poxa! Não ter dinheiro pra comprar presente, tudo bem. Faz igual o pagodinho da “Nani” me desenha num papel de pão, escreve um versinho e pronto (viu como sou boazinha? Detesto pagode e mesmo assim ia achar fofo e bem brega, claro). Mas esquecer o aniversário da namorada? Vasefuder!

Deus está sempre contigo, mas cuidado: Isso mesmo. Cuidado! Se for um primeiro encontro e você não sabe nada sobre a “vida religiosa” da pessoa, não vá falando de Deus em excesso, da sua crença, do pastor da sua igreja, da excursão que fez para “Aparecida do Norte”, da promessa que fez a “padinho Ciço” porque ela pode virar pra você e dizer: “Eu sou ateu (atéia)”.

Religião e política não são assuntos para ficantes (que só querem se “pegar”).

Pra que serve isto?
O love te dá um presente inútil e você faz esta pergunta com a cara de bunda mais desprezível que ele já viu. Ok, de repente o presente não presta pra nada, mas valeu a intenção, né? Depois você doa, coloca no saco da bondade, sei lá, ao menos disfarce.

Sai um pouco de cima, você está muito pesada, querida:
Essa é de rachar o cano (na cabeça dele). Tenha dó, né mané? Mulher é um bichinho todo zicado, cheia de neuras com o corpo e você vem chamando a garota de gorda na cara larga? Ahhh vá!

Levar um cardíaco no Playcenter:
É, eu fiz isto com um ex namorado. Chamei vários amigos e ele para irmos ao Playcenter e esqueci que ele era cardíaco. Ele, sem querer estragar a festa, foi caladinho e só quando chegamos ao parque lembrei do seu problema, pois ele não foi em nenhum brinquedo. “Que anta, heim dona Jana?” (eu heim, Playcenter nunca mais, logo teremos a notícia de que alguém morreu em um daqueles brinquedos “mudernos”).

Namoro recente, vocês estão se conhecendo, e chega o dia dos namorados (o primeiro de vocês). Você dá o presente e diz que sua mãe que escolheu.
Ahhh meeeo! Eu prefiro o “papel de pão” com o versinho brega.
O namoro mal começou e você já precisa da mamãezinha?

Baby, presta atenção: Você vai encontrar a pessoa, vão num barzinho, está tudo indo muito bem, obrigada. Aí bate aquela fome e você pede uma porção de cebola (isso memo, cebola!). Bom, se sou eu que estou neste encontro já desencano e imagino que o bofe não vai querer me beijar, afinal, ele está comendo cebola, né não?
Não! O Joselito (a) depois de traçar a cebola toda e quase palitar os dentes na tua frente, tenta te beijar. Pelo amor dos deuses! Só falta pedir patê de atum.

Bafo de cebola não é legal, amigo (a). Aliás, nenhum bafo é legal. Nada como um hálito “neutro” e refrescante, concorda? Cebola não póóóóde!

Soltar pum (peido, bufa) sem querer: Calma, isto acontece, mas deve ser constrangedor. Se você tem liberdade com seu “par” beleza, a pessoa não fica tão constrangida, agora peidar na frente de um “quase estranho” deve ser uó do borogodó. Mas a vida não acaba por causa de um pum, o máximo que pode acontecer, caso vocês não voltem a sair, é ele (a) espalhar pra todos os amigos que você é peidorreira (o).

Tá, nos itens “porquice” eu incluo o arroto e geralmente quem costuma arrotar como se fosse a coisa mais natural é o homem. Não somos “Fiona’s” que achamos lindo os “Shrek’s” arrotando, ok?

Não faça comparações:
“Nossa, você está mais gostosa que a Juliana Paes!”. Afinal, você já traçou a Juliana Paes, seu tchongo?
Nenhuma mulher gosta de ser comparada a outra, então não venha com essa, apenas elogie.
Uma vez um cara falou que eu pareço a Preta Gil. Oi?

Gente, se eu for escrever todas as gafes que me vem à cabeça, fico aqui até 2012, então, vou terminando este post com a gafe que considero a maior, a pior, a mais horrorosa de todas:
Trocar o nome da pessoa amada, chamá-la pelo o nome da (do) ex.


Pensa?! Você está lá no maior love com o bofe e ele te chama de “Carolina” e teu nome é Silvia! Não precisa nem ser numa situação “íntima”, mesmo que for no “dia-a-dia”, chamar a (o)“fulana” (o) de sicrana (o) é o fim da picada (ou do namoro).

E o pior são as desculpas, tipo: “Foi sem querer” (querendo) ou “Eu nem penso mais nela” (se pensasse então...) ou “Você é tudo pra mim” (quase tudo...).

Putz, é uma situação beeeem chata. Eu já cometi esta gigantesca gafe na época que eu era “ficante” (fico um pouco com este e um pouco com aquele). Tipo, ele chamava Luis e eu o chamei de Paulão. Meus olhos arregalaram, minha pele gelou, a garganta travou, o cu caiu da bunda e quando ele perguntou: “Quem é Paulão?”.

Xiiii, aí ferrou de vez! Tentei consertar de todo modo, mas só piorava a situação. “Paulão? Eu quis dizer pauzão” (não colou, ele não tinha pauzão).
Encerramos a discussão comigo dando uma de sonsa e perguntando a ele: “Meu, mas quem é Paulão?”.
E fiquei com aquela cara de coitada, do gato de botas no desenho do Shrek.

Claro que esse daí até hoje deve lembrar da minha pessoa da pior forma possível, mas fazer o que? Depois desta super, hiper, mega, blaster gafe, eu chamava meus ficantes por apelidos carinhosos, como anjo, lindo, queridinho, gracinha (mentira, gracinha é coisa de Hebe).
Hoje essa fase de “ficadora” passou, chamo meu love pelo o nome, ufa, que alívio!

Já pensou trocar o nome da (do) namorada (do) pelo o nome da (do) ex ou trocar o nome da (do) esposa (o) pelo o nome da (do) amante?

"O meu nome é Dejair, facinho de confundir com João do caminhão..."
Valha-me Deus, se mata!

Enfim, já me expus bastante, dividi com vocês algumas gafes que já cometi, então vamos lá, desabafe, conte aqui no meu ouvido:

Que gafe você já cometeu? Quem contar ganha uma bala!


Beijos e boa semana, pessoal!
Jana Pupo.

Dicas, dúvidas, críticas ou sugestões escreva para:
jana.pupo@yahoo.com.br

Sigam-me os bons (e os ruinzinhos também)
=D

Namoro à distância.

By : Janaína Pupo

Olá meu povo querido!

Eita, que saudade daqui e de todos vocês. Pois é, recebi um convite de alguém “arretado” de especial para ir passar uns dias na cidade maravilhosa e claro que não resisti, né? Lá fui eu com minha modesta “malinha” para o Rio de Janeiro, aliás, eu sou uma paulista branquela apaixonada pelo Rio, mas a mamata terminou.
Estou de volta e aproveitando que fiquei distante do blog por alguns dias, vou falar de um assunto que é um tanto polêmico, o namoro à distância.

Quando digo namoro à distância, me refiro à lonjura meeesmo. Não estou falando de cidade vizinha, nem da rua de trás, ok? Vinte, trinta minutinhos ou uma hora não vale.

Muita gente (a maioria) acredita que um namoro desse tipo não dá certo. Eu boto fé, e não é só “achismo”, digo por experiência própria, afinal, meu bofe mora longe, mas não estou aqui pra falar de mim, é muito melhor falar da vida dos outros, né não?
=P

Tenho amigos que vivem assim. Juliana, uma super (hiper, mega) amiga, mora em Brasília, seu príncipe Cristiano mora aqui em Sampa, claro que pinta a saudade, mas o namoro é só love e tudo indica que muito em breve o “macho cat” da Ju mude para pertinho dela (êêê maravilha!).

Fred, outro grande amigo meu, conheceu Iara, se apaixonaram e praticamente levavam o namoro via internet (bendito MSN, Gtalk, Skype, blá blá blá). Ele morando em Ubatuba, ela em São Paulo e adivinha? Hoje eles estão casados e muito felizes, tá meu bem? (Não! Não é casamento à distância!).

Estão vendo?
Não é lenda, é real o bagulho!

Ok, não é fácil manter um relacionamento assim. Se um namoro “normal” tem lá suas dificuldades, imagine namorar alguém que fisicamente não está perto de você?
Não é marmelada, não!

No início você dá uma de Xana (ops, Xena), a guerreira ou de Tarzan, o rei do pedaço (da selva) e acha que vai ser baba, afinal, vocês descobriram que se amam e que a distância não vai atrapalhar em nada.
Uma ova!

Todo esse mimimi é da boca pra fora, porque quando nosso “macho alfa” (ou sua “fêmea beta” heim?) está longe, nosso cabeção tende a dar umas piradas básicas.
O ciúme pode pintar do nada, de coisas ridículas, tipo, ter ciúme até do teclado dele (a) que é mais tocado que teu lindo corpicho.
Ciúme do copo que ele (a) bebe leite, café, suco, coca-cola, pinga, seja lá o que for, pois aquele copo “beija” mais aquela boca do que você!

Ficou bem “Wando” isso, né?
Brega ao extremo!

Se você não é ciumenta (o), maravilha, tudo fica mais fácil, só que se prepare, porque cedo ou tarde um ciuminho vai pintar.
Se você é daquela (daquele) que diz que tem ciúme moderado, cuidado. O bicho vai deixar de ser moderado, lhe garanto. Logo você vai começar a ver pêlo em ovo.
Agora se você é carne louca, ciumenta (o) pra valer, a ponto de querer rasgar o “toba” e se virar do avesso de tanto ciúme que sente, cai fora dessa relação, senão no próximo encontro com seu amado (a) ao invés de matarem a saudade, você vai é matá-lo (la) e ser manchete no programa do Datena (é meu bem, só gente de poder aparece na rede Globo e você nem é ex BBB pra aparecer no Faustão).

Fato é que o ciúme costuma ser maior entre o casal que namora à distância e isso é normal, pois é bem mais light não ter ciúme quando você conhece todos os amigos dele (a), quando sabe que se, a saudade bater, é só pegar o telefone, ligar e dizer que está passando na casa dele (a) pra dar uns beijinhos (ou dar tudo ou “comer” tudo).


A insegurança também pode incomodar um tiquinho (muito) e esse sentimento é de fazer o cu cair da bunda. Você começa a pensar que a qualquer momento ele (a) pode te trocar, te deixar de lado, se apaixonar por alguém que esteja perto e de repente, quando você se dá conta, percebe que só pensa nisso, vira uma neura.

Pode acontecer dele (a) se apaixonar por outra (o)?
Claro que sim! Mas qualquer casal está sujeito a isto, não precisa um morar longe do outro, portanto, controle-se, não vale à pena ficar pensando nisto, sofrendo por algo que não aconteceu (e talvez não aconteça).

A ausência machuca pra caraleeeo. Bate carência, sim senhor. A saudade cresce, sim senhor. A vontade de estar junto aumenta a cada dia, sim senhor. Mas meu povo, se Maomé não vai até a montanha, a montanha vai até Maomé, certo?

Se vocês estão sem possibilidade de marcar um encontro para logo, bora abusar dos recursos que restam que é a “zinternet”, MSN, Gtalk, Skype, SMS, telefone, celular, cartas, sinal de fumaça, sei lá. Tá, não precisa parar sua vida pra ficar na frente do computador ou do telefone, deixar de sair, se divertir, cumprir seus compromissos O importante é que mesmo estando longe, você se sinta perto do seu love. Isso ajuda muito a manter o namoro, afinal, imagine namorar à distância e a pessoa não dar o ar da graça. Nada de telefonemas, nada de SMS’s “breguinhas de amor”, nada de “Zé-mail”... ah, me poupe!
Desse jeito você está amarrando sua vida num defunto.

E o sexo?
Uiii, aí que tá. Faz uma faaaalta danada. Mas a moçoila pode “quebrar o galho” com a dança dos dedinhos (não é a dança dos dedinhos da Eliana, não), ou pode abusar dos “brinquedinhos” eróticos e até mesmo comprar um consolo e batizá-lo de “Gael Garcia Bernal” ou de “Javier Bardem” (aiii, até suspirei), enfim, não importa o nome, se preferir batize-o com o nome do teu bofe.

Já o moçoilo não vai querer comprar um consolo (acho), e aí abuse dos filmes eróticos, pornôs, sacanas ou até mesmo de sua imaginação. Mostre para o teu “amiguinho” que suas mãos são camaradas e que “ele” pode contar com “elas” sempre!
Agora se “a seca” estiver muito foda (por falta de foda), tente abortar o pensamento “sexo” por um tempinho. Conte a tabuada de cabo a rabo (não pense em rabo), jogue sudoku, assista um programa político, invente qualquer coisa!

E a despedida?
Puta que pariu, essa é a hora mais difícil. Demora tanto pra você ter a chance de encontrar pessoalmente tua “cara metade” e quando estão juntos o tempo passa voando. A despedida é com certeza o grande teste pra saber se você tem algum problema cardíaco, porque vou te dizer, viu... haja coração. Por isso, vê se quando vocês estiverem juntos, nada de ficarem de picuinhas, ciuminho ou coisa do gênero. Aproveitem e muito!

Para mim, a peça chave para um namoro assim dar certo é a confiança. Não deixem de conversar sobre tudo, tudo mesmo. Se a pessoa fizer algo que te incomodou, fale e não fique engolindo, remoendo, senão, vira uma bola de neve. Está com crise de carência? Ligue para ele (a) e peça “colo”. Viu algo no Twitter, Facebook, Orkut que te deixou com ciúme? Ligue também e pergunte o que “foi aquilo”. A conversa é muito importante e com certeza nos trás confiança.

Sem querer dar uma de garota propaganda da TIM, de viver sem fronteiras blá blá blá, mas agora mostrando pra vocês meu lado “piegas”, eu acredito que o amor supera tudo, inclusive a distância (óuhummm que meiga).

E aí você me pergunta:
Mas então vale mesmo a pena apostar em um namoro deste? Pode dar certo?

Baby, eu não sou metida a mãe Dináh pra dar uma resposta desta. Todo relacionamento pode NÃO dar certo, ok?
Eu acredito sim que namoro a distância pode ter futuro, agora se vai dar certo ou não, só vivendo essa experiência para saber, tem que dar a cara à tapa!

E você, assim como a Blitz, acredita que pode ter um namoro feliz estando “milhas e milhas distante do seu amor” contando os minutos para estar “a dois passos do paraíso"?


Beijos e boa semana, meus amores!
Jana Pupo.

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